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28/01/2014

‘Minha vida toda foi construída na TV, diz Gloria Pires ao ‘Damas da TV’


‘Minha vida toda foi construída na TV, diz Glória Pires ao ‘Damas da TV’
Gloria Pires e as telenovelas brasileiras têm uma semelhança curiosa: o mesmo tempo de existência. No ano em que a atriz nasceu, 1963, surgiam também os folhetins diários. Para encerrar a temporada do”Damas da TV”, o programa do dia 29, às 21h, será sobre Gloria, a mais nova entre as vinte e três homenageadas da atração. Com trabalhos no teatro, televisão e cinema – que lhe rendeu diversos prêmios –, a convidada faz um panorama de sua carreira e destaca a TV como seu grande palco.”Sempre vivi da televisão. Comecei muito cedo – aos cinco anos – e até hoje ainda tenho prazer em trabalhar nela. O cinema entrou depois. Não sei como é viver de teatro ou de fazer cinema. Minha vida toda foi construída na TV”, assume.
Apesar da extensa trajetória artística, que inclui papéis marcantes, como Fátima de ”Selva de Pedra” (1972), sua estreia em telenovela; Maria de Fátima em ”Vale Tudo” (1988) e Sandra de ”Água Viva” (1980), Gloria conta que teve que driblar algumas questões internas até o começo da adolescência: “Foi um começo muito sofrido para mim. Eu tinha um senso de responsabilidade bastante grande, muito compromisso e medo de errar. Lembro que questionava: ‘Se eu esquecer? E se eu errar?’. Era sempre uma preocupação”, diz.

24/01/2014

Canal Viva exibirá a partir de Abril a Novela "Dancin Days"



“Dancin’ Days”, um dos maiores clássicos da televisão brasileira, tem estreia garantida no VIVA. A partir de 7 de abril, o clima de discoteca dos anos 70 domina o canal, ocupando o horário de “Água Viva”, de segunda a sábado, à meia-noite. A trama de Gilberto Braga, exibida em 1978 na TV Globo, traz atuações memoráveis como as de Sônia BragaJoana FommAntônio Fagundes,Reginaldo Faria, entre outros. Gloria Pires e Lauro Corona, que contracenam como o jovem casal Marisa e Beto, também são destaques no folhetim que marcou época. Daniel Filho, Gonzaga Blota, Dennis Carvalho, Marcos Paulo e José Carlos Pieri assinam a direção. A rivalidade entre as irmãs Júlia Matos (Sônia Braga) e Yolanda Pratini (Joana Fomm) é o grande argumento da trama. Acusada pelo atropelamento e morte de um guarda-noturno, Júlia é condenada a vinte e dois anos de prisão. A protagonista cumpre metade da pena e, ao conquistar liberdade condicional, vai em busca da reconciliação com sua filha, Marisa, criada por Yolanda. A socialite sempre mimou a adolescente, que herdou o temperamento rebelde da mãe. Com receio de perder a sobrinha, a vilã faz tudo para dificultar a aproximação das duas. Mas a ex-presidiária dribla as armações e torna-se amiga da menina usando outra identidade.